Pela reconstrução dos mitos da enfermagem a partir da qualidade emancipatória do cuidado
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000400025Palavras-chave:
Educação em enfermagem, História da enfermagem, Papel do profissional de enfermagemResumo
Esse estudo teórico se debruça sobre a influencia dos mitos e tradições históricas da enfermagem na prática profissional, presentes em muitos dos seus agentes, à luz triedro emancipatório do cuidar, expresso pelo conhecer para cuidar melhor, cuidar para confrontar, cuidar para emancipar. Remete-se ao estudo da fragilidade política do enfermeiro para desvelar aspectos conservadores e positivistas recorrentes na profissão, fruto da historicidade que a constrói. Objetiva-se refletir teoricamente sobre os discursos conservadores da enfermagem e indicar, com base na perspectiva emancipatória do cuidar, possibilidades para reconstrução do fazer histórico da categoria, ampliando as dimensões da prática social. Propõe-se que a enfermagem assuma os mitos e ritos como ricas contradições da realidade, desmitificando-os reflexivamente por meio da politicidade do cuidado (mediação entre ajuda e poder capaz de forjar autonomias).Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Referências
Downloads
Publicado
2007-12-01
Edição
Seção
Estudo Teórico
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Como Citar
Pires, M. R. G. M. (2007). Pela reconstrução dos mitos da enfermagem a partir da qualidade emancipatória do cuidado. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 41(4), 717-723. https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000400025