Pela reconstrução dos mitos da enfermagem a partir da qualidade emancipatória do cuidado

Autores

  • Maria Raquel Gomes Maia Pires Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG; Escola de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000400025

Palavras-chave:

Educação em enfermagem, História da enfermagem, Papel do profissional de enfermagem

Resumo

Esse estudo teórico se debruça sobre a influencia dos mitos e tradições históricas da enfermagem na prática profissional, presentes em muitos dos seus agentes, à luz triedro emancipatório do cuidar, expresso pelo conhecer para cuidar melhor, cuidar para confrontar, cuidar para emancipar. Remete-se ao estudo da fragilidade política do enfermeiro para desvelar aspectos conservadores e positivistas recorrentes na profissão, fruto da historicidade que a constrói. Objetiva-se refletir teoricamente sobre os discursos conservadores da enfermagem e indicar, com base na perspectiva emancipatória do cuidar, possibilidades para reconstrução do fazer histórico da categoria, ampliando as dimensões da prática social. Propõe-se que a enfermagem assuma os mitos e ritos como ricas contradições da realidade, desmitificando-os reflexivamente por meio da politicidade do cuidado (mediação entre ajuda e poder capaz de forjar autonomias).

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Publicado

2007-12-01

Edição

Seção

Estudo Teórico

Como Citar

Pires, M. R. G. M. (2007). Pela reconstrução dos mitos da enfermagem a partir da qualidade emancipatória do cuidado. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 41(4), 717-723. https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000400025