Filha do tempo: a parteira pós-moderna (Parte 2)
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342008000100022Palavras-chave:
Parteira leiga, Enfermagem transcultural, Enfermeiras obstétricasResumo
Qualquer esforço para dar sentido à complexidade do processo reprodutivo na vida contemporânea se depara não só com o modelo biomédico e as estruturas governamentais de poder, mas também com as definições que tais estruturas impõem às parteiras e obstetrizes e à sua denominação, considerando-se os limites nacionais e culturais. A definição internacional de parteira demanda a formação em instituições de ensino reconhecidas pelo governo. As parteiras tradicionais não podem ser consideradas parteiras, mas são denominadas parteiras tradicionais. Há uma gama enorme de denominações para as parteiras em diversos locais, nas diversas línguas e ao longo do tempo, que torna difícil nomear este profissional. Entretanto, em escala global, pode-se reconhecer que há duas ramificações de parteira: a que está incorporada ao sistema de saúde e a que está fora dele.Downloads
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Publicado
2008-03-01
Edição
Seção
Estudo Teórico
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Como Citar
Davis-Floyd, R. (2008). Filha do tempo: a parteira pós-moderna (Parte 2). Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 42(1), 168-172. https://doi.org/10.1590/S0080-62342008000100022