Filha do tempo: a parteira pós-moderna (Parte 2)

Autores

  • Robbie Davis-Floyd University of Texas, Austin; Department of Anthropology

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342008000100022

Palavras-chave:

Parteira leiga, Enfermagem transcultural, Enfermeiras obstétricas

Resumo

Qualquer esforço para dar sentido à complexidade do processo reprodutivo na vida contemporânea se depara não só com o modelo biomédico e as estruturas governamentais de poder, mas também com as definições que tais estruturas impõem às parteiras e obstetrizes e à sua denominação, considerando-se os limites nacionais e culturais. A definição internacional de parteira demanda a formação em instituições de ensino reconhecidas pelo governo. As parteiras tradicionais não podem ser consideradas parteiras, mas são denominadas parteiras tradicionais. Há uma gama enorme de denominações para as parteiras em diversos locais, nas diversas línguas e ao longo do tempo, que torna difícil nomear este profissional. Entretanto, em escala global, pode-se reconhecer que há duas ramificações de parteira: a que está incorporada ao sistema de saúde e a que está fora dele.

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Publicado

2008-03-01

Edição

Seção

Estudo Teórico

Como Citar

Davis-Floyd, R. (2008). Filha do tempo: a parteira pós-moderna (Parte 2). Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 42(1), 168-172. https://doi.org/10.1590/S0080-62342008000100022