Pensamento Lean e cuidado do paciente em morte encefálica no processo de doação de órgãos

Autores

  • Aline Lima Pestana Universidade Federal de Santa Catarina; Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração, Gerência do Cuidado e Gestão Educacional em Enfermagem e Saúde - GEPADES
  • José Luís Guedes dos Santos Universidade Federal de Santa Catarina; GEPADES
  • Rolf Hermann Erdmann Universidade Federal de Santa Catarina; Departamento de Administração
  • Elza Lima da Silva Universidade Federal do Maranhão; Departamento de Enfermagem
  • Alacoque Lorenzini Erdmann Universidade Federal de Santa Catarina; Departamento de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342013000100033

Palavras-chave:

Morte encefálica, Doadores de órgãos, Administração dos cuidados ao paciente, Cuidados de enfermagem, Gestão de qualidade

Resumo

A doação de órgãos é um processo complexo que desafia os profissionais e gestores do sistema de saúde. Este estudo objetiva apresentar um modelo teórico de organização do cuidado ao paciente em morte encefálica e o processo de doação de órgãos, balizado pelas principais ideias do pensamento Lean que possibilitam a melhoria da produção a partir de ciclos de planejamentos e criação de um ambiente propício para o sucesso da sua implementação. O pensamento Lean pode tornar mais eficaz e eficiente o processo de doação de órgãos e contribuir com a sua melhoria, a partir da sistematização das informações e capacitação dos profissionais para a excelência do cuidado. O modelo apresentado configura-se como um referencial disponível para validação e aplicação pelos profissionais e gestores de saúde e enfermagem na prática da gestão do cuidado ao paciente potencial doador de órgãos em morte encefálica e respectiva demanda por transplante.

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Referências

Publicado

2013-02-01

Edição

Seção

Estudo Teórico

Como Citar

Pestana, A. L., Santos, J. L. G. dos, Erdmann, R. H., Silva, E. L. da, & Erdmann, A. L. (2013). Pensamento Lean e cuidado do paciente em morte encefálica no processo de doação de órgãos . Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 47(1), 258-264. https://doi.org/10.1590/S0080-62342013000100033