O roubo de escravos no Rio de Janeiro e o tráfico interno paralelo: 1808-1850

Autores

  • Luiz Carlos Soares UFF; ICHF; Departamento de História

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.v0i120p121-133

Palavras-chave:

tráfico de escravos, contrabando, roubos, capitães de mato, libertos condicionais

Resumo

A documentação policial da Côrte na primeira metade do século passado evidencia a freqüência de um comércio ilícito de escravos roubados e revendidos para as províncias vizinhas. Delineia-se a par do tráfico internacional de contrabando, um comércio marginal a preços bem menores, controlados em sua maioria por ciganos e seus intermediários. Também envolvia capitães de mato ou quadrilhas muito bem organizadas. Era um meio de fornecer mão-de-obra mais barata a pequenos proprietários. Por vezes este comércio envolvia libertos em alforria condicional, evidenciando uma circulação clandestina de parentes escravos.

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Publicado

1989-07-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

SOARES, Luiz Carlos. O roubo de escravos no Rio de Janeiro e o tráfico interno paralelo: 1808-1850 . Revista de História, São Paulo, n. 120, p. 121–133, 1989. DOI: 10.11606/issn.2316-9141.v0i120p121-133. Disponível em: https://revistas.usp.br/revhistoria/article/view/18597. Acesso em: 8 fev. 2026.