Medical students’ quality of life

does the learning environment matter?

Authors

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v98i2p140-147

Keywords:

Quality of Life, Students, Medical, Education, Medical

Abstract

Introduction: Medical students’ quality of life and mental health may affect their academic performance and their attitudes towards medical care. Recent evidence shows a preponderant role of the learning environment in the quality of life of medical students. This study aimed to assess Brazilian medical students’ quality of life throughout all years of medical school. Methods: Cross-sectional multi-centric study with the use of a quality of life questionnaire, validated for specific use among health sciences students (Veras-q). RESULTS: From a random sample of 1,650 students, 1,350 (81.8%) participated in the study. Cronbach’s alpha coefficients for Veras-q domains ranged from 0.77 to 0.82. Female students had lower scores on physical, psychological and time management domains of quality of life compared to male students (p<0.05; d<0.5). Perceptions of quality of life on the learning environment were also lower among students in the final years of medical school (p<0.001; f<0.25), especially among female students (p<0.001; f= 0.22). CONCLUSIONS: Female students showed worse perception of quality of life than their male counterparts. Students from more advanced years of medical school, especially women, also showed lower perception of quality of life in the learning environment domain. Institutional interventions directed to students at higher risk of low quality of life should be implemented and evaluated in further studies. This study demonstrates the impact of the learning environment on medical students’ quality of life, suggesting that institutional interventions designed to improve students’ well being such as the supporting networks must be adequately implemented and assessed.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Helena Borges Martins da Silva Paro, Departamento de Humanidades em Saúde, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Uberlândia

    Departamento de Humanidades em Saúde, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Uberlândia.
    Centro de Desenvolvimento em Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Doutorado em Ciências (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

  • Bruno Perotta, Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná

    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná.
    Centro de Desenvolvimento em Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Doutorado em Ciências Médicas (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). 

  • Sylvia Claassen Enns, Faculdade de Medicina, Universidade da Cidade de São Paulo

    Faculdade de Medicina, Universidade da Cidade de São Paulo.
    Centro de Desenvolvimento em Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Doutorado em Ciências (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

     

  • Silmar Gannam, Faculdade de Medicina, Universidade Cidade de São Paulo

    Faculdade de Medicina, Universidade Cidade de São Paulo.
    Centro de Desenvolvimento em Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Doutorado em Ciências (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

  • Renata Rocha Barreto Giaxa, Centro de Ciências da Saúde, Curso de Medicina, Universidade de Fortaleza

    Centro de Ciências da Saúde, Curso de Medicina, Universidade de Fortaleza.
    Centro de Desenvolvimento em Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Doutorado em Psicologia (Universidade Autônoma de Lisboa).

     

  • Fernanda Magalhães Arantes-Costa, Centro de Desenvolvimento em Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

    Centro de Desenvolvimento em Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Laboratório de Terapêutica Experimental (LIM 20), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Doutorado em Ciências (Faculdade de Medicina da USP).

     

  • Fernanda Brenneisen Mayer, Escola de Medicina, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

    Escola de Medicina, Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
    Centro de Desenvolvimento de Educação Médica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
    Doutorado em Ciências (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

  • Mílton de Arruda Martins, Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina FMUSP, Universidade de São Paulo

    Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo.
    Professor Titular de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

     

  • Patricia Zen Tempski, Centro de Desenvolvimento de Educação Médica, Faculdade de Medicina FMUSP, Universidade de São Paulo

    Centro de Desenvolvimento de Educação Médica, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo.
    Livre Docente em Educação na Saúde pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

     

References

Published

2019-04-29

How to Cite

Paro, H. B. M. da S., Perotta, B., Enns, S. C., Gannam, S., Giaxa, R. R. B., Arantes-Costa, F. M., Mayer, F. B., Martins, M. de A., & Tempski, P. Z. (2019). Medical students’ quality of life: does the learning environment matter?. Revista De Medicina, 98(2), 140-147. https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v98i2p140-147