Women's Health in Focus: Challenges and Possibilities in Communication between a Gynecologist and a Deaf Patient
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v105i1e-244931Keywords:
Women's Health, Gynecology, Communication, Libras, MedicineAbstract
Objective: To understand the challenges and possibilities in medical care between gynecologists and deaf patients in the municipality of Itumbiara-GO, in preventive care for women's health. Method: This is a qualitative study involving gynecologists and deaf patients in the municipality of Itumbiara-GO. Data collection took place in March and April 2024, using semi-structured interviews as a data collection tool, containing questions about the challenges and potential encountered by deaf patients and what gynecologists find in the medical care of these patients. Three gynecologists and two deaf women who use Brazilian Sign Language (Libras) took part in the study. The research was submitted to and approved by the Ethics Committee and all the participants signed an informed consent form. Results: The results of the research show significant challenges in communication between gynecologists and deaf patients in Itumbiara-GO, highlighting the urgent need for more inclusive medical training. The interviews reveal that, although there is a mutual effort to overcome communication barriers, the lack of knowledge in Libras on the part of health professionals often results in dependence on companions or interpreters, which compromises patients' autonomy. Conclusion: In order to improve public health in gynecological care for deaf women, it is crucial to implement public and educational policies that encourage the continuous training of health professionals in Libras and the hiring of qualified interpreters in health services
Downloads
References
1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo 2022 [Internet]. 2024. http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-08/ibge-62-da-populacao-tem-algum-tipo-de-deficiencia
2. Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília (DF); 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
3. Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Brasília (DF); 2002.
4. Rocha MGL, Linard AG, Santos LVF, Sousa LB. Acolhimento na consulta ginecológica de enfermagem: percepções de mulheres da Estratégia Saúde da Família. Rev Rene. 2018;19:1–7. Doi: https://doi.org/10.15253/2175-6783.2018193341.
5. Santos J. Assistência à Saúde da Mulher no Brasil: aspectos de uma luta social. In: Anais da III Jornada Internacional de Políticas Públicas; 2005; São Luís, Brasil. São Luís; 2005.
6. Ferreira DRC, Alves FAP, Silva ÉMA, Linhares FMP, Araújo GKN. Assistência à gestante surda: barreiras de comunicação encontradas pela equipe de saúde. Saúde Redes. 2019;5(3):31–42. Doi: https://dx.doi.org/10.18310/2446-4813.2019v5n3p31¬42
7. Mazzu-Nascimento T. Fragilidade na formação dos profissionais de saúde quanto à Língua Brasileira de Sinais: reflexo na atenção à saúde dos surdos. Audiol Commun Res. 2020;25:e2361. Doi: https://doi.org/10.1590/2317-6431-2020-2361
8. Leitão MNC. Saúde, sexo e gênero: as (des)igualdades como desafios. Rev Esc Enferm. 2015;49(1):8–9. Doi: https://doi.org/0.1590/S0080-623420150000100001
9. Bogdan RC, Biklen SK. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Alvarez MJ, Santos SB, Baptista TM, tradutores. Porto: Porto Editora; 1994. https://ria.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1119
10. Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 1977.
11. Chaveiro N, Porto CC, Barbosa MA. Relação do paciente surdo com o médico. Rev Bras Otorrinolaringol [Internet]. 2009;75(1):147–50. Doi: https://doi.org/10.1590/S0034-72992009000100023.
12. Folkins A, Sadler GR, Ko C, Branz P, Marsh S, Bovee M. Improving the deaf community’s access to prostate and testicular cancer information: a survey study. BMC Public Health. 2005;5:63. Doi: http://www.biomedcentral.com/1471-2458/5/63
13. Pereira AAC, Passarin NP, Nishida FS, Garcez VF. “Meu sonho é ser compreendido”: uma análise da interação médico-paciente surdo durante assistência à saúde. Rev Bras Educ Med. 2020;44(4):e121. Doi: https://doi.org/10.1590/1981-5271v44.4-2020002819
14. Dias AR, Coutinho CR, Gaspar DR, Moeller L, Mamede M. Libras na formação médica: possibilidade de quebra da barreira comunicativa e melhora na relação médico-paciente surdo. Rev Med. 2017;96(4):209–14. Doi: https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v96i4p209-214
15. Brasil. Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em medicina. Brasília (DF); 2001. https://abmes.org.br/legislacoes/detalhe/796/resolucao-cne-ces-n-4
16. Bomfim AMA. Medicina e Libras: os desafios de uma formação humanizada. Cad Grad Ciênc Hum Soc UNIT. 2020;6(2):23–3. https://periodicos.set.edu.br/cdghumanas/article/view/8916
17. Leles WHO, Capop AFPA, Crispim LF. Dificuldades de comunicação dos médicos no atendimento à pessoa surda. Research, Society and Developmen. 2022;11(11):1–8. Doi: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i11.33364
18. Gomes LF, Machado FC, Lopes MM, Oliveira RS, Medeiros Holanda B, Silva LB, et al. Conhecimento de Libras pelos médicos do Distrito Federal e atendimento ao paciente surdo. Rev Bras Educ Med. 2017;41:390–6. Doi: https://doi.org/10.1590/1981-52712015v41n3RB20160097
19. Miomas uterinos [Internet]. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde. 2024. https://bvsms.saude.gov.br/miomas-uterinos/
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Barbara Antunes Braga, Ana Clara Leal, Isabela Samara Gomes, Jéssica Antonieta Reis Borges, Rogério Pacheco Rodrigues

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License.