Os psicodélicos nas formações estatais indígenas e a hipótese do complexo de drogas da América xamânica

Autores

  • Alexandre Varella Universidade Federal da Integração Latino-Americana image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2596-3147.v1i1p211-231

Palavras-chave:

Alucinógenos, Xamanismo, Civilizações Pré-Colombianas

Resumo

Faço um balanço da sugestão de Weston La Barre de amplo uso ameríndio dos psicoativos em virtude de sua herança xamânica. Essa hipótese se insere nas discussões em torno das experiências extáticas e a origem das religiões em tempos da psicodelia. Enfoco as regiões sedentárias da Mesoamérica e Andes Centrais com elites que teriam controlado as populações através de formas mágicas e devocionais semelhantes a crenças e ritos de caçadores. Mas busco avaliar a amplitude social e a variedade de usos dos alucinógenos, tendo em vista inclusive as transgressões com as drogas antes da invasão espanhola.

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Biografia do Autor

  • Alexandre Varella, Universidade Federal da Integração Latino-Americana

    Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo, professor do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Estudos Latino-Americanos (PPGIELA) da Universidade Federal de Integração Latino-Americana.

Referências

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Publicado

2019-03-28

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Varella, A. (2019). Os psicodélicos nas formações estatais indígenas e a hipótese do complexo de drogas da América xamânica. Revista Ingesta, 1(1), 211-231. https://doi.org/10.11606/issn.2596-3147.v1i1p211-231