100 anos de uma forma de contar histórias

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-4077.v1i1p55-68

Palabras clave:

D. W. Griffith, Narrativa, Montagem, Paralelismo

Resumen

O texto busca demonstrar como aspectos da linguagem narrativa desenvolvida por D. W. Griffith em seus curtas-metragens para a Biograph, particularmente a montagem paralela e o uso de close-ups, ainda servem de base para a narrativa de obras audiovisuais norte-americanas contemporâneas, das quais o filme Matrix (1999) é tomado como exemplo. O texto também destaca como Griffith, em muitos de seus curtas, se vale da presença de objetos tecnológicos de comunicação como elementos fomentadores do suspense, algo que também pode ser verificado no filme contemporâneo em questão.

Biografía del autor/a

  • Marco Vale, Faculdade Cásper Líbero

    Formado em Rádio e TV pela ECA-USP, realizou mestrado na mesma instituição, onde atualmente faz um doutorado em Meios e Processos Audiovisuais. Documentarista de televisão e cinema, dirigiu o curta Memória sem Visão. É professor e foi coordenador de ensino do curso de RTV da Faculdade Cásper Líbero.

Referencias

Publicado

2012-07-20