Antes de sereias, éramos travestis: uma exploração em pesquisa artística sobre sonoridades e gênero
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-7625.rm.2025.242852Palabras clave:
Pesquisa Artística, Travestilidades, Epistemologia feministaResumen
Este artigo é um corpo d’água do qual acolhe afluentes de reflexões sobre uma epistemologia sonora em construção, que deságua numa pesquisa artística em andamento. Ela se conecta nas confluências de percepções sobre temporalidade, gênero e escuta. O primeiro afluente que será navegado é o da Pesquisa Artística, traçando a rota para se enveredar em criações sonoras, evocando reflexões a partir de Isabel Nogueira (2025) e sua metodologia do encantamento, que contribui para um caminho nesta encruzilhada epistemológica pelas travestilidades através de uma performance em construção intitulada “Encantaria” (2024-). Pensar neste corpo que está em constante transição, é um quebra-cabeça que pelo tempo modifica sua paisagem.
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Referencias
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