Suscetibilidade de biomphalaria glabrata, B. straminea e B. tenagophila a diferentes cepas de schistosoma mansoni

Autores/as

  • Luiz Candido de Souza Dias UNICAMP; Instituto de Biologia; Departamento de Farasitologia
  • Marlene Tiduko Ueta UNICAMP; Instituto de Biologia; Departamento de Farasitologia
  • Ana Maria Aparecida Guaraldo UNICAMP; Instituto de Biologia; Departamento de Farasitologia

Palabras clave:

Biomphalaria glabrata, Biomphalaria straminea, Biomphalaria tenagophila, Schistosoma man soni, Suscetibilidade

Resumen

Em condições experimentais foi estudada a suscetibilidade de Biomphalaria glabrata, B. straminea e B. tenagophila a quatro linhagens humanas (MAP, PTH, UPH, e OuH) e duas de roedores silvestres (PTR e VPR) do Schistosoma mansoni. Grupos de 50 moluscos foram expostos individualmente a 10 miracídios e observados durante 70 dias. Avaliou-se a suscetibilidade dos moluscos ao parasito por meio da % de animais com esporocistos, % de moluscos que eliminavam cercárias e mortalidade conjunta dos animais expostos e infectados. Exemplares de B. glabrata mineira infectaram-se com cepa simpátrica (MAP) e com 5 alopátricas do Estado de São Paulo (PTH, VPH, OuH, PTR e VPR). B. glabrata paulista mostrou altas taxas de infecção com as cepas MAP, VPR e OuH do trematódeo. Quatro % dos exemplares B. straminea de São Paulo eliminavam cercárias de cepas simpátricas; com cepa mineira apenas 4% apresentaram esporocistos na vigência de 20 miracídios por molusco; as menores taxas de mortalidade foram registradas com essa espécie de molusco, não sendo maior do que 20%. B. tenagophila paulista foi suscetível apenas às linhagens simpáticas sendo 6% a maior taxa de moluscos que eliminaram cercárias. Os resultados indicam que os movimentos populacionais humanos dentro do território paulista e para fora dele são importantes na disseminação da esquistossomose mansônica.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

Publicado

1987-08-01

Número

Sección

Original Articles

Cómo citar

Dias, L. C. de S., Ueta, M. T., & Guaraldo, A. M. A. (1987). Suscetibilidade de biomphalaria glabrata, B. straminea e B. tenagophila a diferentes cepas de schistosoma mansoni . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 29(4), 205-212. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28520