Imunodiagnóstico da neurocisticercose: teste imunoenzimático com antígenos quimicamente ligados a suportes para pesquisa de anticorpos em soro e líquido cefalorraquiano

Autores/as

  • Adelaide José Vaz Laboratório de Imunodiagnóstico; Instituto Adolfo Lutz
  • Antonio Walter Ferreira Instituto de Medicina Tropical de São Paulo; Laboratório de Soroepidemiologia; Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias

Palabras clave:

Neurocisticercose, Imunodiagnóstico da neurocisticercose, Teste imunoenzimático ELISA, ELISA

Resumen

Foi padronizado o teste imunoenzimático, ELISA, utilizando-se componentes antigênicos de Cysticercus cellulosae quimicamente ligados a suportes sólidos constituídos de discos de tecido-resina (ELISA-d), para pesquisa de anticorpos em soro líquido cefalorraquiano (LCR), ensaiando-se uma única diluição do espécime clínico. O suporte tecido-resina foi composto de tecido de poliéster impregnado com resina polimerizada de N-metilol-acrilamida, apresentando grupos N-metilol livres, capazes de reagir covalentemente com grupos funcionais de proteínas e polissacarídeos presentes no extrato antigênico salino total obtido de cisticercos. Foram ensaiados 38 soros e 74 LCR de pacientes com neurocisticercose comprovada e 50 soros e 107 LCR do grupo controle (pacientes com quadros clínicos neurológicos diversos e indivíduos supostamente normais). Obtivemos os seguintes índices de sensibilidade e especificidade: 94,7% e 92,0% para o teste realizado no soro e 98,6% e 100% para o teste realizado no LCR. O teste ELISA-d mostrou-se eficiente para o diagnóstico da neurocisticercose, principalmente quando realizado no LCR, com vantagens de estabilidade, facilidade de execução e baixo custo.

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Referencias

Publicado

1988-02-01

Número

Sección

Original Articles

Cómo citar

Vaz, A. J., & Ferreira, A. W. (1988). Imunodiagnóstico da neurocisticercose: teste imunoenzimático com antígenos quimicamente ligados a suportes para pesquisa de anticorpos em soro e líquido cefalorraquiano . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 30(1), 1-10. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28551