Curvas de crescimento de proniastigotas de Leishmania braziliensis braziliensis e expressão de antígenos de superfície antes e depois da adaptação ao meio de drosófila de Schneider

Autores/as

  • Beatriz J. Celeste Instituto de Medicina Tropical de São Paulo; Seroepidemiology Laboratory
  • M. Carolina S. Guimarães University of S. Paulo; Medical School; Dept. Preventive Medicine

Palabras clave:

Leishmania braziliensis braziliensis, Culture, Antigen

Resumen

Promastigotas de Leishmania braziliensis braziliensis (MHom/BR/75/M2903) foram cultivadas em meio de Schneider de cultura de drosófilas. Em um tipo de experiência as formas promastigotas já haviam sido previamente adaptadas ao meio por passagens consecutivas enquanto que no segundo as promastigotas foram cultivadas em meio bifásico e depois transferidas para o meio liqüido. O crescimento foi mais abundante nas células já adaptadas ao meio de cultura; células degeneradas e mortas, em pequenos números, estavam presentes desde o dia 5 para promastigotas adaptadas ao meio liqüido e desde o dia 3 para células recentemente adaptadas. A síntese de antígenos de superfície diferiu de acordo com o modo como as células eram cultivadas, como verificado pelo título de 5 soros de leishmaniose mucocutânea. O melhor período para a preparação de antígenos de imunofluorescência foi considerado o dia 5 para promastigotas adaptadas ao meio de cultivo e o dia 3 para células recentemente adaptadas.

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Publicado

1988-04-01

Número

Sección

Original Articles

Cómo citar

Celeste, B. J., & Guimarães, M. C. S. (1988). Curvas de crescimento de proniastigotas de Leishmania braziliensis braziliensis e expressão de antígenos de superfície antes e depois da adaptação ao meio de drosófila de Schneider . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 30(2), 63-67. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28562