Reinfecção após tratamento na esquistossomose: fatores ambientais ou predisposição?

Autores/as

  • Kurt Kloetzel Universidade Federal de Pelotas; Faculdade de Medicina

Palabras clave:

Schistosomiasis mansoni, control, Brazil

Resumen

Embora a quimioterapia possa ser bastante eficiente no controle da morbidade a nível individual, quando usada como recurso único não tem sido bem sucedida no controle da transmissão da esquistossomose mansônica em regiões hiperendêmicas, mesmo que repetida a curtos intervalos. Daí os esforços dispendidos em pesquisas imunológicas e para o desenvolvimento da vacina específica. Com base no estudo de crianças entre 5 e 14 anos do Estado de Alagoas, o autor procura demonstrar que os resultados registrados um ano após a quimioterapia estão intimamente ligados ao "índice de risco" da zona de domicílio. Uma análise de regressão não demonstrou correlações em nível significativo com idade, sexo ou contagem inicial de ovos. Embora o estudo não compreendesse variações individuais no estado imunitário, o autor sustenta que eventuais diferenças de ordem genética se tornarão irrelevantes quando se pretendem campanhas de caráter mais amplo.

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Publicado

1990-04-01

Número

Sección

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Cómo citar

Kloetzel, K. (1990). Reinfecção após tratamento na esquistossomose: fatores ambientais ou predisposição? . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 32(2), 138-146. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28724