Termoestabilidade da vacina contra a raiva, tipo Fuenzalida & Palacios, uso humano
Palabras clave:
Vacina contra a Raiva, Termoestabilidade, Potência, Valor AntigênicoResumen
Dez lotes de vacina contra a Raiva, tipo Fuenzalida & Palacios, líquida, uso humano, produzidos no Instituto Butantan, foram estocados às temperaturas de 45, 37, 28 e 2-8ºC. Amostras de cada lote, colhidas a intervalos de tempo que variavam com a temperatura de estocagem, tiveram sua potência (valor antigênico) determinada pelo método do N.I.H. Foram consideradas satisfatórias vacinas portadoras de um valor antigênico (VA) >;0,3. Foi verificado que apenas um dos lotes apresentou VA inferior ao mínimo requerido, após 2 h de exposição a 45ºC. Todos os lotes mantiveram VA satisfatório até 3 dias de armazenamento de 37ºC, enquanto que, a 28 e 2-8ºC, o mesmo ocorreu com 10 e 360 dias, respectivamente. À temperatura ideal de armazenamento (2-8ºC), 100% dos lotes retiveram a potência mínima por período de tempo mais longo (16 meses) do que o prazo de validade (12 meses), o que permite sugerir que a validade da vacina contra a Raiva, que nos países da América Latina e Caribe é de 6 a 12 meses, poderia ser ampliada para 16 meses, de modo a evitar o descarte de produto em condições de uso.Descargas
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Publicado
1992-02-01
Número
Sección
Original Article
Cómo citar
Albas, A., Mourão Fuches, R. M., Frazatti Gallina, N. M., Mendonça, R. M. Z., Woe Fang, F. L., & Ghiuro Valentini, E. J. (1992). Termoestabilidade da vacina contra a raiva, tipo Fuenzalida & Palacios, uso humano . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 34(1), 27-31. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28887