Víbrios não coléricos na rotina enterobacteriológica

Autores/as

  • Vera Magalhães UFPE; CCS; Departamento de Medicina Tropical
  • Marcelo Magalhães UFPE; Laboratório Keizo Asami
  • Roberto A. Lima UFPE; CCS; Departamento de Medicina Clínica
  • Seiki Tateno UFPE; Laboratório Keizo Asami
  • Eduardo Magalhães Centro de Microbiologia e Imunologia

Palabras clave:

Vibrios, Diarréia, Coprocultura

Resumen

De 3.250 fezes diarréicas, recebidas para diagnóstico microbiológico em laboratório clínico particular, no Recife, Brasil, isolaram-se 55 (1,7%) linhagens de Vibrio. O estudo foi realizado entre maio de 1989 e maio de 1991. Para o isolamento de Vibrio, os espécimes fecais foram enriquecidos em água peptonada alcalina suplementada com 2% de NaCl e subcultivados em ágar tiosulfato-citrato-sais biliares-sacarose (TCBS). Das espécies isoladas, V. parahaemolyticus foi a mais freqüente (24 cepas), seguida de V. furnissii (15 cepas), V. cholerae não 01 (6 cepas), V. alginolyticus (4 cepas), V. fluvialis (2 cepas) e Vibrio sp. (1 cepa). Do ponto de vista custo-benefício, a baixa taxa de isolamento de Vibrio levanta dúvidas acerca da utilidade do TCBS na rotina enterobacteriológica dos laboratórios clínicos

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Referencias

Publicado

1992-04-01

Número

Sección

Original Article

Cómo citar

Magalhães, V., Magalhães, M., Lima, R. A., Tateno, S., & Magalhães, E. (1992). Víbrios não coléricos na rotina enterobacteriológica . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 34(2), 131-135. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28906