Paracoccidioidomicose experimental em hamster: microscopía eletrônica de transmissão da lesão do local de inoculação
Palabras clave:
Paracoccidioidomycosis, Intratesticular Inoculation, Transmission Electron MicroscopyResumen
Estudou-se sequencialmente, à microscopia eletrônica de transmissão, a interação entre Paracoccidioides brasiliensis (Pb) e células inflamatórias em hamsters inoculados por via intratesticular. Seis horas após inoculações havia predominância de neutrófilos, estando presentes algumas células mononucleares e eosinófilos. Os neutrófilos foram progressivamente substituídos por células mononucleares. Fungos viáveis apresentavam-se fagocitados ou circunscritos por células inflamatórias, geralmente com ampla interface hospedeiro-parasita. Fungos mortos ou degenerados eram acompanhados de interfase estreita. A camada externa da parede do Pb era às vezes quebrada quando em contacto com neutrófilos, em vários pontos, sendo os fragmentos dessa parede descamados e fagocitados. Células fúngicas pequenas com um único núcleo se relacionavam com ampla interfase enquanto as células maiores e multinucleadas apresentavam paredes irregulares, por vezes, contendo lomasoma e/ou estrutura semelhante à mielina. Diferentes padrões de interação do Pb com células do hospedeiro podem ser decorrentes do a fluxo de células inflamatórias funcionalmente diferentes ao local de inoculação ou à idade dos fungos ou ambos os fatores.Descargas
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Publicado
1994-06-01
Número
Sección
Mycology
Cómo citar
Coelho, K. I. R., Takeo, K., Yamaguchi, M., Sano, A., Kurita, N., Yoshida, S., Nishimura, K., & Miyaji, M. (1994). Paracoccidioidomicose experimental em hamster: microscopía eletrônica de transmissão da lesão do local de inoculação . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 36(3), 217-223. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/29157