Imunidade humoral e celular no pênfigo foliáceo endêmico

Autores/as

  • Silvia Regina C. Sartori Barravieira UNESP; Faculdade de Medicina de Botucatu; Departamento de Dermatologia e Radioterapia
  • Neuza Lima Dillon UNESP; Faculdade de Medicina de Botucatu; Departamento de Dermatologia e Radioterapia
  • Maria Tereza Rezkallah-Iwasso UNESP; Faculdade de Medicina de Botucatu; Departamento de Dermatologia e Radioterapia
  • Maria Terezinha Serrão Peraçoli UNESP; Instituto de Biociências de Botucatu; Departamento de Imunologia
  • Paulo Roberto Curi UNESP; Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Botucatu; Departamento de Estatística
  • Dinah Borges de Almeida UNESP; Faculdade de Medicina de Botucatu; Departamento de Clinica Médica

Palabras clave:

Endemic pemphigus foliaceus, Cell immunity, Humoral immunity, Fogo Selvagem

Resumen

Foram avaliados dezesseis doentes portadores de pênfigo foliáceo endêmico, dez com a forma localizada da doença (Grupo G1) e seis com a forma disseminada (Grupo G2), com os objetivos de correlacionar o quadro clínico e laboratorial desses pacientes com o perfil imunológico dos mesmos, e verificar a relação dos títulos dos anticorpos antiepiderme circulantes, identificados pela imunofluorescência indireta, com intensidade da lesão e com a evolução das lesões em tratamento. Foram realizados: hemograma completo, quantificação de subpopulação de células mononucleares por anticorpos monoclonais e estudo da transformação blástica de linfócitos e quantificação de anticorpos circulantes por meio da reação de imunofluorescência indireta. Observou-se leucocitose principalmente no grupo G2, diminuição dos valores relativos das subpopulações de linfócitos CD3+ e CD4+ e tendência à diminuição dos valores relativos da subpopulação CD8+ nos doentes (Grupos G1 e G2). Os índices de transformação blástica de linfócitos frente à fitohemaglutinina revelaram níveis mais elevados nos doentes (Grupos G1 + G2), que nos controles. A reação de imunofluorescência indireta foi positiva em 100% dos doentes do grupo G2 e em 80% do grupo G1 A mediana dos valores dos títulos foi maior no grupo G2, quando comparado com o grupo G1. A análise global dos resultados permite concluir que a imunidade celular está preservada, e que existe uma relação entre os títulos de anticorpos obtidos à reação de imunofluorescência indireta e extensão da lesão cutânea.

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Referencias

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Publicado

1995-02-01

Número

Sección

Immunology

Cómo citar

Barravieira, S. R. C. S., Dillon, N. L., Rezkallah-Iwasso, M. T., Peraçoli, M. T. S., Curi, P. R., & Almeida, D. B. de. (1995). Imunidade humoral e celular no pênfigo foliáceo endêmico . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 37(1), 25-34. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/29227