Isolamento de Fonsecaea pedrosoi a partir de espinhos da planta Mimosa pudica, uma provável fonte natural de cromoblastomicose

Autores/as

  • Claudio Guedes Salgado Universidade Federal do Pará; Departamento de Patologia
  • Jorge Pereira da Silva Universidade Federal do Pará; Departamento de Farmácia
  • José Antônio Picanço Diniz Instituto Evandro Chagas; Unidade de Microscopia Eletrônica
  • Moisés Batista da Silva Universidade do Estado do Pará; Laboratório de Dermato-Imunologia
  • Patrícia Fagundes da Costa Universidade do Estado do Pará; Laboratório de Dermato-Imunologia
  • Claudio Teixeira Instituto Evandro Chagas; Unidade de Microscopia Eletrônica
  • Ubirajara Imbiriba Salgado Universidade do Estado do Pará; Laboratório de Dermato-Imunologia

Palabras clave:

Chromoblastomycosis, Fonsecaea pedrosoi, Mimosa pudica, Thorns

Resumen

Este trabalho demonstra o isolamento de Fonsecaea pedrosoi de espinhos da planta Mimosa pudica L., a partir do local de suposta infecção identificado pela paciente infectada. O diagnóstico clínico de cromoblastomicose foi estabelecido pelo achado de corpos fumagóides no exame microscópico direto e pelas culturas de F. pedrosoi do material obtido da lesão da paciente. A mesma espécie foi isolada da paciente e da planta. A microscopia eletrônica de transmissão da superfície dos espinhos evidenciou a disposição conidial característica de F. pedrosoi. Estes dados indicam que a planta M. pudica deve ser uma fonte natural de infecção do fungo F. pedrosoi.

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Publicado

2004-02-01

Número

Sección

Mycology

Cómo citar

Salgado, C. G., Silva, J. P. da, Diniz, J. A. P., Silva, M. B. da, Costa, P. F. da, Teixeira, C., & Salgado, U. I. (2004). Isolamento de Fonsecaea pedrosoi a partir de espinhos da planta Mimosa pudica, uma provável fonte natural de cromoblastomicose . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 46(1), 33-36. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30777