Isolamento de Vibrio parahaemolyticus e Vibrio cholerae em ostras, Crassostrea rhizophorae, coletadas em um criadouro natural no estuário do rio Cocó, Fortaleza, Ceará, Brasil

Autores/as

  • Oscarina Viana de Sousa UFRJ; Instituto de Microbiologia Prof. Paulo de Góes
  • Regine Helena Silva dos Fernandes Vieira UFC; Instituto de Ciências do Mar - LABOMAR; Departamento de Engenharia de Pesca
  • Francisca Gleire Rodrigues de Menezes UFC; Instituto de Ciências do Mar - LABOMAR
  • Christiane Moura Falavina dos Reis Fiocruz; Instituto Oswaldo Cruz; Departamento de Bacteriologia
  • Ernesto Hofer Fiocruz; Instituto Oswaldo Cruz; Departamento de Bacteriologia

Palabras clave:

Public health, Vibrio parahaemolyticus, Vibrio cholerae, Oyster, Northeastern Brazil

Resumen

As ostras são alimentos marinhos freqüentemente ingeridos crus ou parcialmente cozidos. Por esta razão, o risco para a saúde dos consumidores desses produtos é muito elevado, principalmente, quando são de regiões tropicais. Foi estudada a presença de Vibrio cholerae e Vibrio parahaemolyticus em ostras de um estuário na região Nordeste do Brasil. Trezentas ostras foram analisadas, em um período de 8 meses. A salinidade da água, no local de coleta, variou de 3 a 27. V. cholerae foi o vibrio mais freqüentemente detectado (33,3% das amostras). Dos 22 isolados, 20 foram identificados como V. cholerae não-O1/não-O139, duas delas apresentando forma rugosa sendo a maioria das demais pertencente ao tipo fermentativo Heiberg II. V. parahaemolyticus foi isolado em apenas umas das coletas. Foram, também, identificadas nas amostras isolados de Providencia spp., Klebsiella spp., Proteus spp. e Morganella morganii.

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Publicado

2004-04-01

Número

Sección

Microbiology

Cómo citar

Sousa, O. V. de, Vieira, R. H. S. dos F., Menezes, F. G. R. de, Reis, C. M. F. dos, & Hofer, E. (2004). Isolamento de Vibrio parahaemolyticus e Vibrio cholerae em ostras, Crassostrea rhizophorae, coletadas em um criadouro natural no estuário do rio Cocó, Fortaleza, Ceará, Brasil . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 46(2), 59-62. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30787