Comportamento e controle de Lutzomyia longipalpis em foco de leishmaniose visceral urbana na Argentina

Autores/as

  • Maria Soledad Santini Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas image/svg+xml
  • Oscar Daniel Salomón Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas image/svg+xml
  • Soraya Alejandra Acardi Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas image/svg+xml
  • Enrique Adolfo Sandoval Misiones; Municipalidad de Posadas; Secretaria de Calidad de Vida; Laboratorio de Vectores
  • Lilian Tartaglino Misiones; Municipalidad de Posadas; Secretaria de Calidad de Vida; Laboratorio de Vectores

Palabras clave:

Lutzomyia longipalpis, Visceral leishmaniasis, Deltamethrin

Resumen

Durante os estádios precoces de transmissão da leishmaniose visceral na cidade de Posadas, Misiones, foi avaliada a atividade noturna da Lutzomyia longipalpis e a atração pelos seres humanos, para fornecer recomendações preliminares. O impacto do inseticida deltametrina peridoméstico, e a borrifação executada por funcionários locais, também foi avaliada. Embora existam Lu. longipalpis atingindo as armadilhas localizadas perto de um cão durante toda a noite, 90% das fêmeas foram capturadas a partir das 20.30h até 1.30h, e só atinge seres humanos quando estão a 1,5 m do cão. A borrifação peridoméstica com deltametrina (25 mg/m²) reduziu a área de captura da mosca da areia, até sete dias após a intervenção, sem dispersão nas bordas das áreas pulverizadas. Estes resultados apóiam as recomendações sobre o tempo-espaço, das medidas de proteção: na primeira metade da noite, no quintal, com animais de estimação criados pelo menos a cinco metros de distância dos seres humanos. A deltametrina como ela é usada, não parece muito eficaz neste cenário, nem o eventual uso de mosquiteiros pelo menos em adultos, devido ao lugar/hora de mais alta atividade de vôo da Lu. longipalpis. Este estudo acentua a necessidade de abordagem multidisciplinar, para desenvolver estratégias de prevenção baseadas tanto em estudos biológicos como antropológicos.

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Publicado

2010-08-01

Número

Sección

Leishmaniasis

Cómo citar

Santini, M. S., Salomón, O. D., Acardi, S. A., Sandoval, E. A., & Tartaglino, L. (2010). Comportamento e controle de Lutzomyia longipalpis em foco de leishmaniose visceral urbana na Argentina . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 52(4), 187-191. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31332