Leishmaniose visceral canina: avaliação de métodos para detecção de IgG em amostras de soro e eluato

Autores/as

  • Fabiano B. Figueiredo Fundação Oswaldo Cruz; Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas; Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos
  • Maria F. Madeira Fundação Oswaldo Cruz; Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas; Laboratório de Vigilância em Leishmanioses
  • Lílian D. Nascimento Fundação Oswaldo Cruz; Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas; Laboratório de Vigilância em Leishmanioses
  • Tuanne R. Abrantes Fundação Oswaldo Cruz; Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas; Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos
  • Eliame Mouta-confort Fundação Oswaldo Cruz; Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas; Laboratório de Vigilância em Leishmanioses
  • Sonia Regina L. Passos Fundação Oswaldo Cruz; Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas; Laboratório de Epidemiologia Clínica
  • Tânia Maria P. Schubach Fundação Oswaldo Cruz; Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas; Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos

Palabras clave:

Leishmania, Dog, Diagnosis, Serological methods, Rio de Janeiro

Resumen

O Ministério da Saúde recomenda a eutanásia de cães sororreatores como controle da leishmaniose visceral canina (LVC). No Município do Rio de Janeiro, a técnica utilizada para o diagnóstico da LVC é o teste de imunofluorescência indireta (IFI), utilizando amostras de sangue eluídas em papel de filtro (eluato). Um levantamento, durante um ano, foi conduzido na região de Carapiá, a fim de avaliar o diagnóstico da LVC nesta região. Todos os animais foram submetidos a exame clínico e coleta de sangue (soro e eluato) para realização do ensaio imunoenzimático (ELISA) e imunofluorescência indireta (IFI). Biópsia de pele foi obtida para o exame parasitológico (cultura). Foram avaliados 305 (89,4%) animais de uma população de 341 cães e Leishmania chagasi foi isolada de nove animais. A sensibilidade e especificidade do ELISA foram de 100% e 96,6%, na IFI (ponto de corte 1:40) de 100% e 65,5%, na IFI (ponto de corte 1:80) de 100% e 83,4% e na IFI (eluato) de 22,2% e 97,0%, respectivamente. A partir dos resultados obtidos podemos concluir que entre as técnicas sorológicas empregadas, o teste de ELISA apresentou-se como a melhor ferramenta para o diagnóstico da LVC. Os resultados sugerem a necessidade de uma melhor avaliação do teste de IFI realizada com eluato, como único método de diagnóstico para LVC no município do Rio de Janeiro.

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Publicado

2010-08-01

Número

Sección

Leishmaniasis

Cómo citar

Figueiredo, F. B., Madeira, M. F., Nascimento, L. D., Abrantes, T. R., Mouta-confort, E., Passos, S. R. L., & Schubach, T. M. P. (2010). Leishmaniose visceral canina: avaliação de métodos para detecção de IgG em amostras de soro e eluato . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 52(4), 193-196. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31333