Epizootias de febre amarela em primatas não humanos no estado de São Paulo, Brasil, 2008-2009

Autores/as

  • Eduardo Stramandinoli Moreno Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo; Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac Coordenadoria de Controle de Doenças
  • Roberta Spinola Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo; Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac Coordenadoria de Controle de Doenças
  • Cilea Hatsumi Tengan Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo; Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac Coordenadoria de Controle de Doenças
  • Roosecelis Araujo Brasil Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Melissa Mascheratti Siciliano Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo; Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac Coordenadoria de Controle de Doenças
  • Terezinha Lisieux Moraes Coimbra Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Vivian Regina Silveira Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Iray Maria Rocco Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Ivani Bisordi Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Renato Pereira de Souza Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Selma Petrella Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Luiz Eloy Pereira Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Adriana Yurika Maeda Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Fernanda Giselle da Silva Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • Akemi Suzuki Instituto Adolfo Lutz; Coordenadoria de Controle de Doenças; Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

Palabras clave:

Epizootics, Non-human primates, Yellow fever, Howler monkey

Resumen

Desde 2000, vem sendo observada a expansão da febre amarela (FA) no Sudeste do Brasil, sendo detectados casos em áreas consideradas silenciosas por décadas. Epizootias em primatas não humanos (NHPs) são considerados eventos sentinela para a detecção de casos humanos. É importante relatar eventos epizoóticos que podem ter impacto sobre o estado de conservação de espécies sensíveis. Descrevemos as epizootias, notificadas em NHPs no estado de São Paulo, Brasil, entre setembro de 2008 a agosto de 2009. Noventa e um eventos epizoóticos, envolvendo 147 animais, foram notificados em 36 municípios. As amostras foram obtidas a partir de 65 animais (44,2%). A maioria das epizootias (46,6%) foram registradas entre março e abril, no mesmo período no qual YF em que casos humanos ocorreram no estado. As amostras biológicas foram coletadas de animais encontrados mortos e enviadas ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Duas amostras, coletadas em dois municípios, sem indicação para a vacinação de febre amarela, foram positivos para o vírus. Outros 48 animais foram associados com FA por vínculo clínico-epidemiológico com casos confirmados laboratorialmente. Devido a doença em humanos e NHPs terem ocorrido no mesmo período, a detecção do vírus em NHPs não funcionou como sentinela, mas ajudou no processo de delimitação de novas áreas de risco.

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Referencias

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Publicado

2013-02-01

Número

Sección

Yellow Fever

Cómo citar

Moreno, E. S., Spinola, R., Tengan, C. H., Brasil, R. A., Siciliano, M. M., Coimbra, T. L. M., Silveira, V. R., Rocco, I. M., Bisordi, I., Souza, R. P. de, Petrella, S., Pereira, L. E., Maeda, A. Y., Silva, F. G. da, & Suzuki, A. (2013). Epizootias de febre amarela em primatas não humanos no estado de São Paulo, Brasil, 2008-2009 . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 55(1), 45-50. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/53537