Diferenças entre esquistossômulos obtidos in vitro e in vivo

Autores

  • Alan L. Melo Universidade Federal de Minas Gerais; Instituto de Ciências Biológicas; Departamento de Parasitologia
  • Conceição R. S. Machado Universidade Federal de Minas Gerais; Instituto de Ciências Biológicas; Departamento de Morfologia
  • Leógenes H. Pereira Universidade Federal de Minas Gerais; Instituto de Ciências Biológicas; Departamento de Parasitologia

Palavras-chave:

Schistosoma mansoni, transformation, Schistosomula, in vivo, in vitro

Resumo

Injeção de cercárias de Schistosoma mansoni na cavidade peritoneal de camundongos normais induz adesão celular a estas larvas. Esta aderência diminui acentuadamente quando as larvas infectantes se transformam em esquistossômulos. Este procedimento foi usado para detectar diferenças entre esquistossômulos obtidos in vivo e in vitro. A reinoculação de esquistossômulos obtidos in vivo na cavidade peritoneal de camundongos não acarreta adesão celular. Por outro lado, células aderentes foram encontradas em esquistossômulos obtidos in vitro (4 e 24 horas, respectivamente). Nossos dados referentes a esquistossômulos obtidos in vitro indicam que mais de 24 horas são necessárias para a completa remoção de moléculas envolvidas no fenômeno de adesão celular.

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Referências

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Publicado

1990-04-01

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Melo, A. L., Machado, C. R. S., & Pereira, L. H. (1990). Diferenças entre esquistossômulos obtidos in vitro e in vivo . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 32(2), 84-85. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28715