Schistosoma mansoni: imunidade adquirida em camundongos, após o uso de oxamniquina durante as fases evolutivas da pele e do pulmão

Autores

  • Paulo Marcos Z. Coelho Universidade Federal de Minas Gerais; Instituto de Ciências Biológicas; Departamento de Parasitologia
  • Rômulo T. Mello Universidade Federal de Minas Gerais; Faculdade de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas
  • Sílvia E. Gerken Universidade Federal de Minas Gerais; Faculdade de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas

Palavras-chave:

Schistosoma mansoni, Acquired immunity, Oxamniquine

Resumo

Camundongos infectados com 350 cercárias de Schistosoma mansoni (cepa LE) foram tratados com oxamniquina, em dose única de 400 mg/kg, 24,48,72 e 96 horas após a infecção. Quarenta dias após o tratamento, os animais foram submetidos a uma infecção desafio com 80 cercárias, através da pele abdominal e da orelha. O número de vermes imaturos nos grupos de animais tratados 24 e 96 horas após a primeira infecção foi menor do que o do grupo controle, evidenciando que a morte de esquistossômulos por quimioterapia, durante as fases da pele e do pulmão, causa um estado de resistência adquirida.

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Referências

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Publicado

1991-02-01

Edição

Seção

Imunologia

Como Citar

Coelho, P. M. Z., Mello, R. T., & Gerken, S. E. (1991). Schistosoma mansoni: imunidade adquirida em camundongos, após o uso de oxamniquina durante as fases evolutivas da pele e do pulmão . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 33(1), 28-31. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28788