Análise da freqüência de recaídas de malária por Plasmodium vivax em região não endêmica (São Paulo, Brasil)

Autores

  • Marcos Boulos FMUSP; Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias
  • Vicente Amato Neto FMUSP; Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias
  • Araripe Pacheco Dutra Superintendência de Controle de Endemias
  • Silvia Maria Di Santi Superintendência de Controle de Endemias
  • Mário Shiroma FMUSP; Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias

Palavras-chave:

Malária, Plasmodium vivax, Recaídas, Análise em região não endêmica (São Paulo, Brasil)

Resumo

Em virtude da existência de poucas informações, devidamente registradas, sobre freqüência e épocas de recaídas de malária por Plasmodium vivax, contraída no Brasil, foi analisada casuística observada em região não endêmica e constituída por pacientes corretamente tratados. O índice de recaídas documentadas em São Paulo, foi alto (24,5%), com desenvolvimento precoce na maioria das oportunidades, ou seja, em tempo inferior a três meses.

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Referências

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Publicado

1991-04-01

Edição

Seção

Epidemiologia

Como Citar

Boulos, M., Amato Neto, V., Dutra, A. P., Di Santi, S. M., & Shiroma, M. (1991). Análise da freqüência de recaídas de malária por Plasmodium vivax em região não endêmica (São Paulo, Brasil) . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 33(2), 143-146. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28806