Anticorpo monoclonal contra o sorotipo 17 de Neisseria meningitidis e sua prevalência em estados brasileiros

Autores

  • Claudio Tavares Sacchi Bacteriology Division; Adolfo Lutz Institute; Department of Health
  • Ana Paula Silva de Lemos Bacteriology Division; Adolfo Lutz Institute; Department of Health
  • Maria Cecília Outeiro Gorla Bacteriology Division; Adolfo Lutz Institute; Department of Health
  • Carl E. Frasch Center for Epidemiological Evaluation and Research

Palavras-chave:

N. meningitidis B typing

Resumo

Neisseria meningitidis são diplococos Gram negativos responsáveis por casos de doença meningocócica em todo o mundo. O potencial epidêmico de N. meningitidis sorogrupos B e C é claramente mais uma função de seus antígenos de sorotipo que de seu polissacáride capsular. Até recentemente soros hiperimune foram usados para detectar antígenos de sorotipo em bactérias. O advento de anticorpos monoclonais ofereceu a oportunidade de eliminar muitas das reações cruzadas e têm melhorado a acuracidade e reprodutibilidade da sorotipagem de meningococo. Nós produzimos um anticorpo monoclonal contra proteína de membrana externa do sorotipo 17 que até então tem sido detectado através do uso de soro policlonal. A prevalência deste epítopo de sorotipo é baixa nas cepas brasileiras. Usando-se este anticorpo monoclonal em cepas brasileiras, não pudemos diminuir a porcentagem de cepas sorogrupo C não tipáveis, entretanto, houve uma diminuição de 13% em cepas sorogrupo B não tipáveis e 25% em cepas de outros sorogrupos.

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Referências

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Publicado

1995-02-01

Edição

Seção

Microbiologia

Como Citar

Sacchi, C. T., Lemos, A. P. S. de, Gorla, M. C. O., & Frasch, C. E. (1995). Anticorpo monoclonal contra o sorotipo 17 de Neisseria meningitidis e sua prevalência em estados brasileiros . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 37(1), 1-5. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/29223