Teste dot-ELISA para detecção de anticorpos anti-Cysticercus cellulosae em líquido cefalorraquiano utilizando um novo suporte (tecido de poliéster-resina) e antígenos de Cysticercus longicollis

Autores

  • Adelaide José Vaz Universidade de São Paulo; Faculdade de Ciências-Farmacêuticas
  • Paulo Mutuko Nakamura Instituto Adolfo Lutz image/svg+xml
  • Mario E. Camargo Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
  • Eide Dias Camargo Instituto Adolfo Lutz image/svg+xml
  • A. Walter Ferreira Instituto de Medicina Tropical de São Paulo

Palavras-chave:

Neurocysticercosis, Dot-ELISA, Cerebrospinal fluid, Cysticercus cellulosae, Cysticercus longicollis, Resin-treated polyester fabric

Resumo

Foi desenvolvido o teste dot-ELISA para detecção de anticorpos em líquido cefalorraquiano (LCR) no diagnóstico imunológico da neurocisticercose humana, utilizando antígenos de membrana e escólex de Cysticercus cellulosae (M+E-Cc) e, alternativamente, membrana (M) e líquido vesicular (LV) de Cysticercus longicollis (Cl) covalentemente ligados a um novo suporte constituído de tecido de poliéster-resina de N-metilol-acrilamida (dot-TR). O teste foi realizado à temperatura ambiente, com tempos de incubação reduzidos e sem necessidade de cuidados na manipulação do suporte. A sensibilidade obtida foi de 95,1% para o antígeno Cc e 97,6% para o Cl. A especificidade foi de 90,6% quando o antígeno Cc foi usado, e 96,9% e 100% para M-Cl e LV-Cl, respectivamente. Não foi observada diferença significativa entre os antígenos homólogo e heterólogo. O baixo custo e a fácil execução do teste dot-TR empregando extratos antigênicos de Cysticercus longicollis indicam que pode ser empregado como alternativa no imunodiagnóstico da neurocisticercose humana.

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Referências

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Publicado

1996-12-01

Edição

Seção

Imunologia

Como Citar

Vaz, A. J., Nakamura, P. M., Camargo, M. E., Camargo, E. D., & Ferreira, A. W. (1996). Teste dot-ELISA para detecção de anticorpos anti-Cysticercus cellulosae em líquido cefalorraquiano utilizando um novo suporte (tecido de poliéster-resina) e antígenos de Cysticercus longicollis . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 38(6), 391-396. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/29408