Candidina: antígeno para reação de hipersensibilidade de tipo tardio. Comparação de dois antígenos

Autores

  • Celeste Fava-Netto Universidade de São Paulo; Instituto de Ciências Biomédicas
  • Walderez Gambale Universidade de São Paulo; Instituto de Ciências Biomédicas
  • Júlio Croce Universidade de São Paulo image/svg+xml
  • Claudete R. Paula Universidade de São Paulo; Instituto de Ciências Biomédicas
  • Sérgio de C. Fava Universidade de Santo Amaro; Faculdade de Medicina

Palavras-chave:

Candidin, Delayed hypersensitivity, Polysaccharide antigen

Resumo

Candidina, constituída de suspensão de células leveduriformes mortas, é comumente usada em provas intradérmicas de hipersensibilidade retardada, principalmente na avaliação da competência imunológica do paciente, quando usada conjuntamente com outras provas intradérmicas do mesmo tipo. Considerando-se o estudo histopatológico de reação positiva com este tipo de antígeno, é possível obter uma reação positiva não específica na leitura da prova intradérmica. Esta pesquisa apresenta os resultados obtidos a partir da comparação entre o antígeno de suspensão celular e o antígeno polissacarídico, ambos obtidos a partir das mesmas amostras de Candida albicans. As diferenças observadas no estudo histopatológico de reações positivas com antígeno polissacarídico e com antígeno de suspensão celular podem explicar as diferenças observadas nas porcentagens entre reações intradérmicas positivas com o antígeno de suspensão celular (69,0%) e com o antígeno polissacarídico (61,0%), nas provas intradérmicas realizadas em 100 indivíduos. A coincidência de resultados positivos e negativos nesta pesquisa foi obtida em 82,0% dos indivíduos. A conclusão da pesquisa: é possível utilizar antígeno polissacarídico como candidina em provas de hipersensibilidade tipo tardio

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Referências

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Publicado

1996-12-01

Edição

Seção

Imunologia

Como Citar

Fava-Netto, C., Gambale, W., Croce, J., Paula, C. R., & Fava, S. de C. (1996). Candidina: antígeno para reação de hipersensibilidade de tipo tardio. Comparação de dois antígenos . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 38(6), 397-399. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/29409