Cães podem ser hospedeiros reservatórios do Angiostrongylus costaricensis

Autores

  • Rubens RODRIGUEZ Universidade de Passo Fundo; Instituto de Ciências Biológicas
  • Aventino A. AGOSTINI Universidade de Passo Fundo; Instituto de Ciências Biológicas
  • Sérgio Machado PORTO Universidade de Passo Fundo; Instituto de Ciências Biológicas
  • Augusto José Oliveira OLIVAES Universidade de Passo Fundo; Instituto de Ciências Biológicas
  • Susana L. BRANCO Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Faculdade de Biociências; Instituto de Pesquisas Biomédicas e de Biologia Parasitária; Laboratório de Parasitologia Molecular
  • Júlia Pasquali GENRO Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Faculdade de Biociências; Instituto de Pesquisas Biomédicas e de Biologia Parasitária; Laboratório de Parasitologia Molecular
  • Antonio Carlo LAITANO Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Faculdade de Biociências; Instituto de Pesquisas Biomédicas e de Biologia Parasitária; Laboratório de Parasitologia Molecular
  • Rafael Lucyk MAURER Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Faculdade de Biociências; Instituto de Pesquisas Biomédicas e de Biologia Parasitária; Laboratório de Parasitologia Molecular
  • Carlos GRAEFF-TEIXEIRA Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Faculdade de Biociências; Instituto de Pesquisas Biomédicas e de Biologia Parasitária; Laboratório de Parasitologia Molecular

Palavras-chave:

Metastrongyloidea, Angiostrongylus costaricensis, Canis familiaris, Abdominal angiostrongyliasis

Resumo

Angiostrongylus costaricensis é um nematódeo parasita de roedores silvestres. Várias espécies de vertebrados incluindo o homem, podem se infectar pela ingestão das larvas de terceiro estágio (L3) produzidas no hospedeiro intermediário, geralmente lesmas da família Veronicellidae. Existe um relato do diagnóstico de angiostrongilíase abdominal em Canis familiaris com lesões semelhantes ao encontrado na doença humana. Visando uma avaliação preliminar da utilidade do modelo canino para estudos de patogenia, um cão foi inoculado com 75 larvas L3 do A. costaricensis. O animal se infectou e larvas de primeiro estágio foram encontradas nas fezes até 88 dias após a inoculação, às vezes em número muito elevado (9,5 x 10(4) L1/g). Não foram detectadas manifestações clínicas ou significantes lesões nos intestinos. Estas são indicações de que cães possam ser hospedeiros reservatórios do A. costaricensis.

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Referências

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Publicado

2002-02-01

Edição

Seção

Comunicação Breve

Como Citar

RODRIGUEZ, R., AGOSTINI, A. A., PORTO, S. M., OLIVAES, A. J. O., BRANCO, S. L., GENRO, J. P., LAITANO, A. C., MAURER, R. L., & GRAEFF-TEIXEIRA, C. (2002). Cães podem ser hospedeiros reservatórios do Angiostrongylus costaricensis . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 44(1), 55-56. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30597