Ensaios com drogas para o tratamento da angiostrongilíase humana

Autores

  • Márcia Bohrer Mentz Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Instituto de Ciências Básicas da Saúde; Departamento de Microbiologia; Setor de Parasitologia
  • Carlos Graeff-Teixeira Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul image/svg+xml

Palavras-chave:

Eosinophilia, Angiostrongyliasis, Tissue-dwelling parasites, Anthelmintic drugs, Zoonosis

Resumo

Angiostrongilíase abdominal e cerebral são duas infecções importantes produzidas por metastrongilídeos, a primeira delas ocorrendo nas Américas Central e do Sul e a segunda, na Ásia e Ilhas do Pacífico. O tratamento é complicado pelo fato das larvas e vermes adultos viverem e migrarem dentro dos vasos sanguíneos, sendo que as lesões podem se agravar com a morte desses parasitos. Os efeitos larvicidas de determinadas drogas parecem ser mais eficazes, porém não são úteis no tratamento em angiostrongilíase abdominal, onde as manifestações clínicas podem resultar da maturidade sexual dos vermes. Este estudo faz uma revisão das drogas utilizadas para o tratamento de ambas as parasitoses, em modelos experimentais murinos, realizados antes e depois da maturação dos vermes. A maioria das drogas testadas não pode ainda ser considerada candidata a ensaios de tratamento em infecções humanas, com exceção do PF1022A, pirantel e flubendazol.

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Publicado

2003-08-01

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Como Citar

Mentz, M. B., & Graeff-Teixeira, C. (2003). Ensaios com drogas para o tratamento da angiostrongilíase humana . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 45(4), 179-184. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30715