Suscetibilidade antifúngica de isolados clínicos e ambientais de Cryptococcus neoformans na cidade de Goiânia, Goiás, Brasil

Autores

  • Lúcia Kioko Hasimoto Souza Universidade Federal de Goiás; Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública; Laboratório de Micologia
  • Orionalda de Fátima Lisboa Fernandes Universidade Federal de Goiás; Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública; Laboratório de Micologia
  • Cláudia Castelo Branco Artiaga Kobayashi Universidade Federal de Goiás; Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública; Laboratório de Micologia
  • Xisto Sena Passos Universidade Federal de Goiás; Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública; Laboratório de Micologia
  • Carolina Rodrigues Costa Universidade Federal de Goiás; Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública; Laboratório de Micologia
  • Janine Aquino Lemos Universidade Federal de Goiás; Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública; Laboratório de Micologia
  • Ary Henrique Souza-Júnior Universidade Católica de Goiás; Departamento de Biomedicina
  • Maria do Rosário Rodrigues Silva Universidade Federal de Goiás; Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública; Laboratório de Micologia

Palavras-chave:

Cryptococcus neoformans, Antifungal agents, Cerebrospinal fluid, Environment

Resumo

A atividade antifúngica de anfotericina B, fluconazol, itraconazol e voriconazol foi avaliada em 70 amostras de Cryptococcus neoformans isoladas de liquido céfalo raquidiano (LCR) de pacientes com AIDS e em 40 amostras de C. neoformans obtidas do meio ambiente. Dentre os isolados 66 foram identificados como C. neoformans var. neoformans e quatro isolados clínicos, como C. neoformans var. gattii. Para a realização dos testes de suscetibilidade foi utilizado o método de microdiluição em meio líquido segundo o NCCLS M27-A2. As concentrações inibitórias mínimas (CIMs) para os isolados clínicos variaram de 0,06-1,0 µg/mL para anfotericina B, 0,125-8 µg/mL para fluconazol, 0,03-0,5 µg/mL para itraconazol e 0,03-0,25 µg/mL para voriconazol, enquanto que para as amostras ambientais de C. neoformans as concentrações inibitórias variaram de 0,015-0,125 µg/mL, 0,25-2,0 µg/mL, 0,007-0,125 µg/mL e 0,03-0,25 µg/mL para anfotericina B, fluconazol, itraconazol e voriconazol, respectivamente. Os resultados das concentrações inibitórias mínimas obtidas para os isolados clínicos e ambientais mostraram semelhança com relação ao perfil de suscetibilidade, não tendo sido encontrados isolados resistentes a nenhum dos antifúngicos, levando-se em consideração a metodologia e critério de interpretação estudados.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Downloads

Publicado

2005-10-01

Edição

Seção

Micologia

Como Citar

Souza, L. K. H., Fernandes, O. de F. L., Kobayashi, C. C. B. A., Passos, X. S., Costa, C. R., Lemos, J. A., Souza-Júnior, A. H., & Silva, M. do R. R. (2005). Suscetibilidade antifúngica de isolados clínicos e ambientais de Cryptococcus neoformans na cidade de Goiânia, Goiás, Brasil . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 47(5), 253-256. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30934