Triagem molecular de portadores assintomáticos de Plasmodium sp. entre Bancos de Sangue da região Amazônica brasileira

Autores

  • Érica Fugikaha Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias
  • Patrícia Aparecida Fornazari Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias
  • Roberta de Souza Rodrigues Penhalbel Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias
  • Alexandre Lorenzetti Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias
  • Roberto Duarte Maroso Fundação HEMERON
  • Juvanete Távora Amoras Instituto de Hematologia e Hemoterapia do Amapá
  • Ana Sueli Saraiva Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará
  • Rita Uchôa da Silva Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre
  • Cláudia Regina Bonini-Domingos Universidade Estadual Paulista; Departamento de Biologia
  • Luiz Carlos de Mattos Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Biologia Molecular
  • Andréa Regina Baptista Rossit Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias
  • Carlos Eugênio Cavasini Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias
  • Ricardo Luiz Dantas Machado Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto; Departamento de Doenças Dermatológicas, Infecciosas e Parasitárias

Palavras-chave:

Plasmodium asymptomatic carriers, Blood Bank, Brazilian Amazon region

Resumo

A transmissão da malária no Brasil é heterogênea em todas as áreas endêmicas e a presença de portadores assintomáticos de Plasmodium sp. (PAPs) na Amazônia brasileira já foi demonstrada. A triagem de pacientes maláricos em bancos de sangue é baseada na seleção dos doadores com relação aos riscos possíveis associados com residência, evidência clínica e/ou os métodos diagnósticos não acurados que aumentam a probabilidade da infecção transmitida por transfusão. Avaliamos a freqüência de PAPs em quatro bancos de sangue em áreas distintas da região Amazônica brasileira. O DNA foi obtido a partir de 400 amostras de sangue humano usando o método do fenol-clorofórmio, seguido por um protocolo de nested-PCR com oligonucleotídeos espécie-específicos. A taxa de positividade variou de 1 a 3% de doadores do sangue das quatro áreas, com uma média de 2,3%. Todos os indivíduos positivos tinham infecções mistas entre o Plasmodium vivax e o Plasmodium falciparum. Nenhuma diferença significativa nos resultados foi detectada entre estas áreas; a maioria dos casos originou dos Hemocentros de Porto Velho, do Estado de Rondônia e de Macapá, Estado do Amapá. Embora ainda não esteja claro se os indivíduos PAPs possam agir como reservatórios do parasito, a triagem eficiente de PAPs e de pacientes com malária em bancos de sangue no Brasil das áreas endêmicas necessita ser implementada.

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Referências

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Publicado

2007-02-01

Edição

Seção

Malária

Como Citar

Fugikaha, Érica, Fornazari, P. A., Penhalbel, R. de S. R., Lorenzetti, A., Maroso, R. D., Amoras, J. T., Saraiva, A. S., Silva, R. U. da, Bonini-Domingos, C. R., Mattos, L. C. de, Rossit, A. R. B., Cavasini, C. E., & Machado, R. L. D. (2007). Triagem molecular de portadores assintomáticos de Plasmodium sp. entre Bancos de Sangue da região Amazônica brasileira . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 49(1), 1-4. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31048