Atividade enzimática e hemolítica de Candida dubliniensis

Autores

  • Carlos Eduardo Blanco Linares Universidade Federal de Santa Maria; Programa de Pós graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Érico Silva de Loreto Universidade Federal de Santa Maria; Programa de Pós graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Carolina Pereira Silveira Universidade Federal de Santa Maria; Programa de Pós graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Patrícia Pozzatti Universidade Federal de Santa Maria; Programa de Pós graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Liliane Alves Scheid Universidade Federal de Santa Maria; Programa de Pós graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Janio M. Santurio Universidade Federal de Santa Maria; Departamento de Microbiologia e Parasitologia
  • Sydney Hartz Alves Universidade Federal de Santa Maria; Departamento de Microbiologia e Parasitologia

Palavras-chave:

Candida dubliniensis, Proteinase, Hyaluronidase, Chondroitin sulphatase, Hemolytic activity

Resumo

C. dubliniensis é uma levedura oportunista que, embora já tenha sido isolada de vários sítios anatômicos é, com maior frequência, encontrada na boca de pacientes infectados pelo HIV. Embora tenham sido realizados numerosos estudos sobre a epidemiologia e filogenia, seus fatores de virulência como atividade exoenzimática e atividade hemolítica, são, ainda, pouco conhecidos. Neste estudo comparou-se a atividade in vitro de proteinase, hialuronidase, condroitin sulfatase e atividade hemolítica de 18 cultivos de C. dubliniensis com 30 cultivos de C. albicans, todos isolados de pacientes com SIDA. Foi evidenciada maior atividade de proteinase em C. albicans em relação a C. dubliniensis (p < 0,05). Todos os isolados de C. dubliniensis evidenciaram atividade de hialuronidase e condroitin-sulfatase de forma similar ao observado com C. albicans (p >; 0,05). Constatou-se que a atividade hemolítica foi influenciada pelo CaCl2; em sua ausência não foram observadas diferenças na atividade hemolítica das duas espécies; todavia, ao se agregar 2,5% de CaCl2, a atividade hemolítica de C. dubliniensis foi reduzida enquanto a de C. albicans, estimulada (p < 0,05).

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Referências

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Publicado

2007-08-01

Edição

Seção

Micologia

Como Citar

Linares, C. E. B., Loreto, Érico S. de, Silveira, C. P., Pozzatti, P., Scheid, L. A., Santurio, J. M., & Alves, S. H. (2007). Atividade enzimática e hemolítica de Candida dubliniensis . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 49(4), 203-206. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31093