Caracterização de Vibrio parahaemolyticus isolados de ostras e mexilhões em São Paulo, Brasil

Autores

  • Martha Virginia Ribeiro Rojas University of São Paulo; School of Public Health; Public Health Laboratory
  • Maria Helena Matté University of São Paulo; School of Public Health; Public Health Laboratory
  • Milena Dropa University of São Paulo; School of Public Health; Public Health Laboratory
  • Miriam Lopes Da Silva University of São Paulo; School of Public Health; Public Health Laboratory
  • Glavur Rogério Matté University of São Paulo; School of Public Health; Public Health Laboratory

Palavras-chave:

Vibrio parahaemolyticus, tlh, tdh and trh Genes, blaTEM-116

Resumo

Vibrio parahaemolyticus é uma bactéria marinha, responsável por gastroenterite em humanos. A maioria dos isolados clínicos produzem hemolisina termoestável direta (TDH) e hemolisina TDH-relacionada (TRH) codificadas por genes tdh e trh, respectivamente. Neste estudo, vinte e três V. parahaemolyticus, previamente isolados de ostras e mexilhões foram analisados por PCR utilizando indicadores específicos para o gene 16S rRNA, genes de virulência (tdh, trh e tlh), resistência a diferentes classes de antibióticos, e PFGE. Dezenove isolados foram confirmados por PCR, como V. parahaemolyticus. O gene tlh estava presente em 100% dos isolados, o gene tdh foi identificado em dois (10,5%) dos isolados, enquanto que o gene trh não foi detectado. Cada isolado foi resistente a pelo menos um dos nove antibióticos testados. Além disso, todos os isolados apresentaram resultado positivo para o gene blaTEM-116. A presença deste gene em V. parahaemolyticus indica a possibilidade de propagação desse gene no ambiente. Cepas atípicas de V. parahaemolyticus foram também detectadas neste estudo.

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Referências

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Publicado

2011-08-01

Edição

Seção

Microbiologia

Como Citar

Rojas, M. V. R., Matté, M. H., Dropa, M., Silva, M. L. D., & Matté, G. R. (2011). Caracterização de Vibrio parahaemolyticus isolados de ostras e mexilhões em São Paulo, Brasil . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 53(4), 201-205. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31406