Efeito da dose resposta de Paracoccidioides brasiliensis no modelo experimental de artrite

Autores

  • Eduardo Alexandre Loth Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
  • Samia Khalil Biazim Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
  • José Henrique Fermino Ferreira dos Santos Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
  • Rosana Puccia Universidade Federal de São Paulo; Imunologia e Parasitologia; Departamento de Microbiologia
  • Rosimeire Costa Brancalhão Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
  • Lucinéia de Fátima Chasco Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
  • Rinaldo Ferreira Gandra Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Hospital Universitário do Oeste do Paraná; Centro de Ciências Médicas e Farmacêuticas
  • Rita de Cássia Garcia Simão Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Hospital Universitário do Oeste do Paraná; Centro de Ciências Médicas e Farmacêuticas
  • Marcello Fabiano de Franco Universidade Federal de São Paulo; Departamento de Patologia

Resumo

A paracoccidioidomicose (PCM) é causada pelo fungo dimórfico Paracoccidioides brasiliensis (Pb) e corresponde à micose sistêmica de maior prevalência na América Latina. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a dose resposta de leveduras do fungo para padronização do modelo experimental de artrite séptica. Os experimentos foram realizados com grupos de 14 ratos que receberam doses de 103, 104 ou 105 células de P. brasiliensis (Pb18). Os fungos foram injetados em 50 µL de solução salina em tampão fosfatado (PBS) diretamente na articulação do joelho dos animais. Os seguintes parâmetros foram analisados neste trabalho: a formação de edema nos joelhos infundidos com as células das leveduras e alterações radiológicas, anatopalógicas além de titulação de anticorpos por Elisa. Após 15 dias de infecção, os sinais de inflamação foram evidentes. Aos 45 dias, algumas características de dano e necrose foram observadas na cartilagem articular. A disseminação sistêmica do fungo foi observada em 11% dos animais inoculados, concluiu-se que o modelo experimental é capaz de mimetizar a PCM articular em humanos e que a dose de 105 leveduras representa a dose padrão para o desenvolvimento do modelo.

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Referências

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Publicado

2014-06-01

Edição

Seção

Parasitologia

Como Citar

Loth, E. A., Biazim, S. K., Santos, J. H. F. F. dos, Puccia, R., Brancalhão, R. C., Chasco, L. de F., Gandra, R. F., Simão, R. de C. G., & Franco, M. F. de. (2014). Efeito da dose resposta de Paracoccidioides brasiliensis no modelo experimental de artrite . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 56(3), 259-264. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/84416