Schistosoma mansoni: a importância das fases cutânea e pulmonar na imunidade concomitante, no camundongo albino

Autores

  • Miriam O. Rocha UFMG; Faculdade de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas
  • Paulo Marcos Z. Coelho UFMG; ICB
  • Rômulo T. Mello UFMG; Faculdade de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas

Resumo

Esquistossômulos com 14 dias de idade, obtidos de camundongos previamente infectados, foram cirurgicamente transferidos para a veia porta de camundongos receptores. Outro grupo de camundongos foi infectado com cercárias por via transcutânea. Noventa dias após, aqueles grupos foram desafiados com 100 cercárias, transcutaneamente, assim como o grupo controle. Duas semanas mais tarde, os animais foram perfundidos e os vermes maduros e imaturos contados separadamente. Diferenças estatisticamente significativas foram observadas na recuperação dos vermes imaturos, quando o grupo controle foi comparado com aqueles grupos infectados duas vezes. Nenhuma diferença estatística foi detectada entre o grupo infectado transcutaneamente e o grupo infectado por inoculação do verme na veia porta. Os resultados demonstraram que a supressão da migração do parasito através da pele e dos pulmões não interfere no desenvolvimento da chamada imunidade concomitante.

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Referências

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Publicado

1985-04-01

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Rocha, M. O., Coelho, P. M. Z., & Mello, R. T. (1985). Schistosoma mansoni: a importância das fases cutânea e pulmonar na imunidade concomitante, no camundongo albino . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 27(2), 86-88. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/87361