Demarcação da atividade anti-helmíntica do albendazol. Estudo referente à estrongiloidíase humana

Autores

  • Vicente Amato Neto Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Hospital das Clínicas; Laboratório de Investigação Médica - Parasitologia
  • Antonio Augusto Baillot Moreira Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Hospital das Clínicas; Laboratório de Investigação Médica - Parasitologia
  • Maria Cecília Glanizella Chiaramelli Centro de Saúde de São Sebastião
  • José Mauro Torres Paes Leme Prefeitura do Município de São Sebastião
  • Domingos Romero Chiaramelli Centro de Saúde de São Sebastião
  • Rubens Campos Universidade de São Paulo; Instituto de Ciências Biomédicas; Departamento de Parasitologia
  • Pedro Luiz Silva Pinto Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Hospital das Clínicas; Laboratório de Investigação Médica - Parasitologia
  • Eunice José de Santana Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Hospital das Clínicas; Laboratório de Investigação Médica - Parasitologia
  • Sueli da Rocha Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Hospital das Clínicas; Laboratório de Investigação Médica - Parasitologia

Resumo

Os Autores utilizaram novo anti-helmíntico, o albendazol, no tratamento de 32 pessoas com estrongiloidíase. A casuística foi composta por adultos, de ambos os sexos, que receberam, pela via oral, dose cotidiana única de 400 mg, repetida em três oportunidades intervaladas por períodos de 24 horas. O controle da terapêutica sucedeu através de exames das fezes realizados sete, 14 e 21 dias após o término da administração, tendo sido empregado o método de Rugai, Mattos e Brisola. A porcentagem de curas verificada correspondeu a 28,1% e, ao lado da boa tolerância observada, essa constatação demonstrou baixa eficácia do medicamento em apreço no combate à infecção causada pelo Strongyloldes stercoralis, a despeito de méritos comprovados em investigações anteriores e concernentes a outras parasitoses intestinais.

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Referências

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Publicado

1985-04-01

Edição

Seção

Ensaios Terapêuticos

Como Citar

Amato Neto, V., Moreira, A. A. B., Chiaramelli, M. C. G., Leme, J. M. T. P., Chiaramelli, D. R., Campos, R., Pinto, P. L. S., Santana, E. J. de, & Rocha, S. da. (1985). Demarcação da atividade anti-helmíntica do albendazol. Estudo referente à estrongiloidíase humana . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 27(2), 95-98. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/87363