Metrópoles beduínas
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1984-4506.v17i1p126-134Palavras-chave:
Nomadismo, Arquitetura radical, Mudanças climáticasResumo
A diferença entre práticas habitacionais de povos sedentários e nômades deveria ser analisada mais detidamente pelos estudos de urbanismo. Apesar da condição estática das cidades modernas, a relocalização estrutural tem sido revisitada, em maior escala, não apenas pela arquitetura radical. Mais do que invencionices de artistas, a ideia de avivar cidades, tornado-as elas próprias sujeitos nômades, vem se destacando da fantasia e adquirindo, literalmente, características reais. Apesar de exemplos esparsos, é possível construir uma narrativa que se inicia com imagens procedentes da cultura popular, percorre por projetos de arquitetos visionários da década de 1960 e termina com um caso concreto na Europa do Norte.
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