Influência do álcool no agravamento da COVID-19 e na ocorrência de COVID longa

Autores

  • Mirella Machado Ortiz Modesto Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Brasil.
  • Natan Nascimento de Oliveira Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Brasil.
  • Natan David Pereira Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Brasil.
  • Wanessa Cristina Baccon Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Lígia Carreira Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Maria Aparecida Salci Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1518-8345.7679.4814

Palavras-chave:

Consumo de Bebida Alcoólica; COVID-19; Sindemia; Síndrome Pós-COVID-19 Aguda; Adulto; Idoso.

Resumo

Objetivo:   analisar o padrão de consumo de álcool de adultos e idosos antes do desenvolvimento da COVID-19 e a influência do consumo de álcool nos desfechos e agravos da COVID longa. Método:  estudo transversal ancorado em dados de uma coorte retrospectiva conduzida com adultos e idosos que tiveram COVID-19 e que consumiram álcool antes da infecção pela doença. Utilizado formulário eletrônico padronizado para coleta de dados da amostra e ajustado modelo de caminhos, para comprovar o modelo teórico sobre a influência do consumo de álcool em desfechos negativos para COVID-19. Resultados:  amostra com 1.171 participantes respondentes à questão do álcool. Destes, 408 (34,84%) relataram o consumo de álcool antes da doença. Prevaleceu o sexo masculino, com idades mais baixas, escolaridade elevada e com filhos maiores de 18 anos. A presença de Doenças Crônicas Não Transmissíveis acarreta um aumento de 11% na chance de hospitalização e 12% na chance de COVID de longa duração. A idade dos participantes afetou o uso de álcool e afetou diretamente a necessidade de hospitalização. Conclusão:   é importante adotar estratégias de intervenções voltadas para a redução do consumo de álcool, sobretudo em contextos de sindemia, a fim de mitigar os riscos associados.

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Referências

Publicado

2026-03-30

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Modesto, M. M. O., Oliveira, N. N. de, Pereira, N. D., Baccon, W. C., Carreira, L., & Salci, M. A. (2026). Influência do álcool no agravamento da COVID-19 e na ocorrência de COVID longa. Revista Latino-Americana De Enfermagem, 34, e4814. https://doi.org/10.1590/1518-8345.7679.4814