Actividad física insuficiente y su asociación con conductas de riesgo y resultados de salud en Brasil
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.rmrp.2025.215765Palabras clave:
Inactividad física, Comportamiento sedentario, COVID-19, Calidad de vida, Salud mentalResumen
Objetivo: El objetivo de este estudio fue evaluar la asociación entre la actividad física insuficiente y los resultados de salud de adultos y ancianos durante la pandemia de Covid-19. Método: Se trata de un estudio poblacional transversal realizado en dos municipios del sur de Brasil entre octubre de 2020 y enero de 2021. Se seleccionaron aleatoriamente los sectores censales y luego los hogares. Se invitó a participar a todas las personas mayores de 18 años. Se utilizó la versión larga del cuestionario IPAQ para evaluar la actividad física insuficiente. También se estudiaron las siguientes variables: peor calidad del sueño, peor calidad de la dieta, peor percepción de la salud, tabaquismo, abuso de alcohol, síntomas depresivos, estrés, tristeza e ideación suicida. Resultados: Se estudiaron 2.170 personas y la prevalencia de actividad física insuficiente fue del 75,3%. En el análisis crudo, excepto el estrés, todas las variables se asociaron con una actividad física insuficiente. Después del ajuste por posibles factores de confusión, sólo las variables consumo abusivo de alcohol e ideación suicida perdieron la asociación. Los individuos expuestos a una actividad física insuficiente presentaron mayor prevalencia de peor calidad de sueño y alimentación, peor percepción de salud, tabaquismo, síntomas depresivos y sentimientos de tristeza. Conclusión: Se necesitan más iniciativas de salud y políticas públicas dirigidas a promover la actividad física.
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