Contaminação por hexaclorociclohexanos em área urbana da região Sudeste do Brasil

Autores/as

  • Rosália M. Oliveira Escola Nacional de Saúde Pública; Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental
  • Ogenis M. Brilhante Escola Nacional de Saúde Pública; Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental
  • Josino C. Moreira Escola Nacional de Saúde Pública; Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana
  • Ary C. Miranda Escola Nacional de Saúde Pública; Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0034-89101995000300011

Palabras clave:

Poluição ambiental, Hexacloreto de benzeno, Resíduos de praguicidas^i1^sefeitos adver

Resumen

Uma fábrica para a produção do pesticida hexaclorociclohexano (HCH) técnico (mistura dos isômeros a, b , g e s), pertencente ao antigo Instituto de Malariologia, então Ministério da Educação e Saúde, localizada na Cidade dos Meninos, Duque de Caxias, RJ, foi desativada em 1955. Parte da sua produção e de seus rejeitos, em muitas toneladas desta mistura, foram abondonadas no local. A ação dos ventos e chuvas, assim como a movimentação de aproximadamente mil pessoas, incluindo cerca de 400 crianças que lá residem, provocaram a disseminação deste agente. Amostras de sangue coletadas em moradores da área mostraram níveis de contaminação humana pelo isômero b elevados. As maiores concentrações (isômero b) foram encontradas nas pessoas vivendo dentro de um raio de 100 m em torno dos escombros da fábrica. Amostras de solo e de pasto do local, coletadas em distâncias inferiores a 100 m das ruínas da antiga fábrica, apresentaram concentrações dos isômeros do HCH de milhares de ppb, evidenciando alta poluição ambiental.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

Publicado

1995-06-01

Número

Sección

Notas e Informações

Cómo citar

Oliveira, R. M., Brilhante, O. M., Moreira, J. C., & Miranda, A. C. (1995). Contaminação por hexaclorociclohexanos em área urbana da região Sudeste do Brasil . Revista De Saúde Pública, 29(3), 228-233. https://doi.org/10.1590/S0034-89101995000300011