Epidemiologia e controle da esquistossomose mansônica em área onde o hospedeiro intermediário é Biomphalaria tenagophila
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0034-89101988000500011Palabras clave:
Esquistossomose mansônica^i2^sprevalên, Biomphalaria tenagophila, Schistosoma mansoni, Inquéritos epidemiológicosResumen
Desde 1980, está-se estudando a epidemiologia e o controle da esquistossomose mansônica no Município de Pedro de Toledo (Estado de São Paulo, Brasil). Em 1980 a prevalência avaliada por exame de fezes (método de Kato-Katz) foi de 22,8%. Estatisticamente, ao nível de 5%, não houve diferença nas prêvalencias observadas nas zonas rural e urbana. A intensidade de infecção foi baixa (média geométrica de 58,5 ovos por grama de fezes). As maiores prevalências e intensidades de infecção foram registradas na faixa etária de 5 a 29 anos. Geralmente a transmissão da endemia verificou-se durante o lazer. Apenas 0,4% de B. tenagophila mostraram-se positivos para cercárias de S. mansoni. A maioria dos portadores era assintomático. O programa de controle foi intensificado após avaliação dos dados de 1980, resultando em diminuição acentuada da prevalência de 22,8% em 1980 para 6%. Esta prevalência residual vem se mantendo até 1987. Agora iniciamos estudos para investigar as possíveis causas dessa prevalência residual.Descargas
Los datos de descarga aún no están disponibles.
Referencias
Descargas
Publicado
1988-10-01
Número
Sección
Notas e Informações
Cómo citar
Dias, L. C. de S., Glasser, C. M., Etzel, A., Kawazoe, U., Hoshino-Shimizu, S., Kanamura, H. Y., Cordeiro, J. A., Marçal Júnior, O., Carvalho, J. F., Gonçales Júnior, F. L., & Patucci, R. (1988). Epidemiologia e controle da esquistossomose mansônica em área onde o hospedeiro intermediário é Biomphalaria tenagophila . Revista De Saúde Pública, 22(5), 462-463. https://doi.org/10.1590/S0034-89101988000500011