Acompanhamento terapêutico: esboço de articulação de uma terapêutica profana
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.rto.1991.224473Palabras clave:
Terapia Psicanalítica, métodos, Relações interprofissionaisResumen
Entendendo o Acompanhamento Terapêutico basicamente como uma companhia na ação, o autor procura analisar o contexto em que essa companhia se dá através de duas vertentes: A) Buscando situar o lugar da ação na formação da subjetividade. B) Buscando situar o contexto e a forma sob a qual uma companhia poderia aí incidir. Utilizando-se das concepções de Jacques Lacan referentes ao "conhecimento paranóico", o autor proporá quatro escansões na narrativa do romance "Grande Sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa. Essas escansões, tomadas como "pontos decisivos da articulação simbólica" do personagem Riobaldo, buscarão situar o Acompanhamento frente a outras estratégias de tratamento.
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Derechos de autor 1991 Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina

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