Loucura: um processo de desconstrução da existência

Autores/as

  • Maria Inês Britto Brunello Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.rto.1998.224824

Palabras clave:

Saúde mental, Pesquisa, métodos, Desinstitucionalização, tendências

Resumen

Este artigo procura refletir sobre as conseqüências de um processo terapêutico alienante e excludente, a partir de histórias contadas por quatro indivíduos que viveram por muitos anos dentro de um sistema psiquiátrico, que tem seu começo na internação-marco de uma referência de condutas segregadoras e estigmatizantes por parte da sociedade. A imagem que a doença mental produz no imaginário popular, gera uma quebra de comunicação do doente mental com a sociedade, através da "surdez", da indiferença, da descrença e conseqüente exclusão e confinamento. A conseqüência de tudo isso é a transformação do indivíduo em nada, a desconstrução social de sua existência. Perde o direito à vida, à liberdade, à construção de suas relações sociais e afetivas.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

.

Publicado

1998-02-10

Número

Sección

Artigo Original

Cómo citar

Brunello, M. I. B. (1998). Loucura: um processo de desconstrução da existência. Revista De Terapia Ocupacional Da Universidade De São Paulo, 9(1), 14-19. https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.rto.1998.224824