Características físico-químicas e composição em ácidos graxos de óleos de sementes de tomate de resíduos industriais

Autores

  • P.R. Cantarelli USP; ESALQ; Dep. de Ciência e Tecnologia Agroindustrial
  • M.A.B. Regitano-d'Arce USP; ESALQ; Dep. de Ciência e Tecnologia Agroindustrial
  • E.R. Palma USP; ESALQ; Dep. de Ciência e Tecnologia Agroindustrial

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-90161993000100016

Palavras-chave:

óleo de sementes de tomate, composição em ácidos graxos, características físico-químicas, resíduos industriais

Resumo

O principal componente de resíduos da industrialização de tomates é a semente. Amostras de resíduos após extração comercial de tomates maduros (var. Petomech) submetidas a tratamentos de Hot e Cold Break em indústrias do Estado de São Paulo foram deixadas fermentar espontaneamente e as sementes separadas após lavagem. Os óleos foram analisados quanto ao peso específico, índices de iodo e saponifícação, índice de refração, viscosidade e composição em ácidos graxos. À exceção do índice de saponificação, os óleos dos tratamentos Hot e Cold Break apresentaram-se semelhantes. Em ambos os tratamentos o principal ácido graxo saturado foi o ácido palmítico, seguido pelo ácido esteárico. O ácido linoléico foi o principal ácido graxo insaturado, seguido pelo ácido oléico e juntos somaram a mais de 60% do total de ácidos graxos, o que torna o óleo de tomate recomendável à alimentação humana. As diferenças em cor e viscosidade dos óleos podem implicar num processo de refino mais severo para os óleos do tratamento Hot Break utilizado pelas indústrias brasileiras.

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Referências

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Publicado

1993-05-01

Edição

Seção

Tecnologia Agroindustrial

Como Citar

Características físico-químicas e composição em ácidos graxos de óleos de sementes de tomate de resíduos industriais . (1993). Scientia Agricola, 50(1), 117-120. https://doi.org/10.1590/S0103-90161993000100016