Saúde mental e gênero: plataformização digital da educação em questão
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0104-12902026260057ptPalabras clave:
Sofrimento Psíquico; Gênero; Plataformização Digital da Educação; Estado; Mercado.Resumen
É fato de destaque que o Brasil figura entre os países mais ansiosos do mundo, assim como cresce o volume de afastamentos do trabalho justificados pelo burnout. Somado a isso, cresce a precarização do trabalho impulsionada pela plataformização digital. No cruzamento desses dois fenômenos, as profissões já feminizadas apontam o viés de gênero desse processo: professoras do ensino fundamental e o aumento de casos de sofrimento psíquico na categoria. Este artigo se insere no campo de estudos da relação Estado e mercado para o campo da saúde mental. O foco é inserir a variável laboral para pensar o sofrimento psíquico, especificamente de professoras do ensino básico. A partir da revisão da literatura, situamos as mudanças laborais do período recente associadas ao processo de plataformização digital da educação para pensar o tema do sofrimento psíquico associado à esfera laboral.
Descargas
Referencias
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Saúde Sociedade

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.