Adolescentes com Paralisia Cerebral e suas Redes Vivas: por uma análise relacional do cuidado
DOI :
https://doi.org/10.1590/S0104-12902025230291ptMots-clés :
Paralisia cerebral, Adolescentes, Redes Vivas, Análise Relacional, DeficiênciaRésumé
O artigo tem como objetivo analisar as Redes Vivas de três adolescentes com paralisia cerebral. A metodologia se constrói por meio de relatos de vida articulados pelo entendimento técnico do usuário-guia. Os três adolescentes-guias geraram quatorze entrevistas, analisadas e interpretadas pela perspectiva da análise relacional. Os resultados indicam pelas lentes dos adolescentes e suas famílias quais fatores incrementam redes e as enfraquecem, relacionados a cada um dos três relatos de vida, tomados como situações emblemáticas. As situações de pobreza, afrouxamento de redes familiares, distância geográfica e suportes criativos atuam nesse contexto indicando quais são as redes e conexões importantes para o cuidado. Criticamos o termo “paralisia cerebral” como um enunciado que retifica imagens de perda e falta.
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