Desigualdades socioambientais nas políticas públicas indígenas: uma análise a partir do discurso dos implementadores do Programa Especial de Saúde e Povos Indígenas (PESPI) em uma cidade do sul do Chile
DOI :
https://doi.org/10.1590/S0104-12902026250337ptMots-clés :
Povos Indígenas, Política de Saúde Indígena, Desigualdades socioambientaisRésumé
Esta pesquisa visa analisar as percepções dos facilitadores interculturais (doravante FI) como implementadores do Programa Especial de Saúde e Povos Indígenas (PESPI), em relação à participação das comunidades indígenas, práticas de saúde e desigualdades socioambientais. A presente pesquisa qualitativa utilizou entrevistas semiestruturadas com facilitadores interculturais e um diretor de saúde. Os resultados revelam que elementos como a participação comunitária são importantes para o avanço de sua agenda política e técnica; no entanto, essa participação no programa não resolve problemas que afetam as comunidades e estão associados a aspectos estruturais. Em relação às práticas de saúde, estas são implementadas tanto para a população Mapuche quanto para a não-Mapuche; contudo, para avançar em direção ao bem-estar ou kume mongen, são necessárias ações de saúde que abordem elementos além do conceito de doença, tornando fundamental a relação entre os processos de saúde e as atividades industriais no território.
Téléchargements
Références
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence
(c) Copyright Revista Saúde Sociedade 2026

Ce travail est disponible sous la licence Creative Commons Attribution 4.0 International .