A humanização na saúde como instância libertadora
DOI :
https://doi.org/10.1590/S0104-12902004000300005Mots-clés :
Humanização em saúde, Subjetividade, Saúde MentalRésumé
O texto discute a política de Humanização em Saúde do ponto de vista da lógica que a sustenta, em particular como uma ação da singularidade dos atores implicados no processo de produção da Saúde. A análise desenvolvida aponta para o fato de que as práticas de atenção à saúde, quando de acordo com os cânones da lógica utilitária, refletem não apenas uma ordem autoritária, como produzem sujeitos cerceados, fragmentados e incapazes. A humanização em Saúde é considerada uma possibilidade política de se alterar essa lógica e de instaurar, no interior das instituições, espaços de liberdade capazes de acolher, amparar, sustentar e dar significado à presença e às ações de profissionais de saúde, gestores e pacientes, ao considerar suas dimensões subjetivas e singulares.Téléchargements
Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.
Références
Téléchargements
Publiée
2004-12-01
Numéro
Rubrique
nao definida
Comment citer
Reis, A. O. A., Marazina, I. V., & Gallo, P. R. (2004). A humanização na saúde como instância libertadora . Saúde E Sociedade, 13(3), 36-43. https://doi.org/10.1590/S0104-12902004000300005