O lugar (do) errado: discriminações contra lésbicas, gays e mulheres bissexuais no ensino médico
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0104-12902022180349ptPalavras-chave:
Minorias sexuais, Diversidade sexual, Medicina, Ensino superiorResumo
Este artigo objetiva analisar a experiência de estudantes de Medicina que se identificam como lésbicas, gays e bissexuais dentro da corporação profissional da saúde de maior prestígio social na sociedade brasileira contemporânea, a Medicina. As categorias encontradas apontam que o curso de graduação apresenta um currículo oculto que opera na lógica dos excessos, com um ideário médico conservador, masculinista e heteronormativo. Pessoas da comunidade LGBTI+ são invisibilizadas, tanto em termos curriculares como nas relações sociais, em um processo de vigilância excessiva e constante dos estudantes para a adequação a um modelo que privilegia o homem heterossexual, enquanto os demais são considerados abjetos.
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